Tu és como o próximo trem, ou a próxima parada. Onde a gente embarca ou desembarca com os pés firmes, sem medo. Mãos em riste e prontas para labuta, mas também para oferecer ou pedir ajuda. Com o coração aberto para novos e renovados desafios. Olhos vivos, presentes, falantes…mesmo fechados, esperançosos de outro amanhã, de uma nova luz.
És muito esperado 2020!
Por favor, mantenha o medo no lugar que lhe cabe, sem protagonismo frequente. Priorize a fé, o amor, a paz, a caridade, a empatia…Multiplique-os em vinte vezes vinte, a tua numeração, repetida, enfatizada, marcada, ampliada.
Amplia as gargalhadas sinceras, os abraços afetuosos, os beijos doces, o toque de mãos, os amigos, os amores, as realizações, o trabalho, a comida, a esperança…a música, a dança, o sentir e expressar.
Venha 2020. Seja forte, generoso, amável! Que o mal diminua diante do seu poder amplificador de virtudes, e que nos reconheçamos irmãos. Nós, humanos, irmãos de ti, o tempo. Que chega e parte numa espiral que faz dançar e reverbera o que somos e o que fazemos. Estamos entranhadas na mesma teia que se renova, que se transforma a cada respirar, a cada abrir e fechar de olhos, dia a dia do ciclo de 365.
O novo é hoje, é daqui a pouco, é amanhã, depois de amanhã, e depois e depois e depois de depois. O novo acontece um dia atrás do outro há mais de dois mil e vinte anos. Novo repetir de números, repetidas vezes, novos anos.
Feliz dia, 2020!